quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

[Resenha] Hazel Wood: A origem do azar

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Autora: Melissa Albert
Páginas: 444
Editora: Plataforma21
Série: Hazel Wood, 1
Alice Proserpine tem 17 anos e, desde que se lembra, passou a maior parte da vida na estrada com sua mãe. Perseguidas por uma onda de azar quase sobrenatural e sempre dependendo de favores alheios, elas nunca conseguiram permanecer muito tempo no mesmo lugar.
Mas, quando a avó de Alice – reclusa autora de um cultuado livro de contos de fadas sombrios – morre sozinha na mansão Hazel Wood, a jovem descobrirá o tamanho de sua má sorte: sua mãe é sequestrada. Além disso, o rapto foi feito por alguém que diz ter saído de Recôndito, o cruel e fantástico mundo onde as histórias de sua falecida avó são ambientadas. E a mãe de Alice deixou apenas uma pista: "FIQUE BEM LONGE DE HAZEL WOOD"
Entretanto, para salvá-la, Alice não terá escolha a não ser desbravar esse universo desconhecido – e quem sabe descobrir porque, afinal, tudo em sua vida tem dado tão errado.

Hazel Wood: A origem do azar é o primeiro livro da série Hazel Wood, e estreia da autora Melissa Albert. Lançado nesse semestre pela Plataforma21, esse era um dos livros mais aguardados por mim. Eu li a sinopse e fiquei simplesmente encantada pelo enredo. Eu adoro contos de fadas, principalmente quando são mais sombrios, e a proposta da autora de unir fantasia com realidade dentro da trama era ainda mais atrativa. Eu iniciei a leitura desse obra com as expectativas bem altas, e torcendo para que todas fossem superadas. E, de certa forma, elas foram. 

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

[Resenha] Aru Shah e o fim dos tempos

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Autora: Roshani Chokshi
Páginas: 440
Editora: Plataforma21
Série: Saga Pândava, 1
Aru Shah é uma garota cheia de imaginação e, para se sentir aceita na escola, sempre aumenta a verdade. Ter um elefante de estimação, ser da realeza, fazer viagens imaginárias a Paris, ter um chofer... Bem, as mentiras que conta não são poucas, mas Aru tem lá suas razões.
Nestas férias, por exemplo, enquanto os outros alunos estarão viajando para lugares super exóticos em suas casas chiques de veraneio, ela terá que ficar plantada no Museu Arqueológico de Arte e Cultura Indiana, onde sua mãe trabalha. Um dia, três colegas resolvem aparecer no museu para pegá-la em uma de suas mentiras. E eles não acreditam de jeito nenhum que a Lâmpada de Bharata realmente seja amaldiçoada. Apenas uma acendida rápida, Aru pensa, contrariando as regras do lugar. Daí, nada de mentir novamente na escola... Entretanto, acender a lâmpada traz consequências catastróficas. Sem querer, Aru Shah liberta Sono, um demônio ancestral cujo objetivo é despertar o Deus da Destruição. Além disso, sua mãe e seus colegas ficaram congelados no tempo.
Agora, Aru deve dar um jeito em toda essa bagunça, e a única forma de impedir Sono é encontrando as reencarnações dos lendários irmãos Pândava numa jornada pelo Reino da Morte. Mas como uma garota usando seu pijama do Homem-Aranha será capaz de enfrentar tudo isso?

Aru Shah e o fim dos tempos é o primeiro volume da Saga Pândava, da autora Roshani Chokshi. Esse é o livro de estreia do selo Rick Riordan apresenta, um selo que se dedica a mitologia, em geral, para o público jovem. Eu fiquei bastante animada quando soube sobre o selo, pois é uma forma de conhecer outras mitologias e culturas. E, quem adora as séries do Rick com certeza vai gostar de Aru Shah. A obra é sobre mitologia hindu, algo que até então eu nunca tinha lido e fiquei admirada e encantada. Roshani nos apresenta uma história que permite conhecer além de tudo um pouco da cultura indiana.

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

[Resenha] Um dia em dezembro

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Autora: Josie Silver
Páginas: 392
Editora: Bertrand Brasil
Laurie não acredita em amor à primeira vista. Afinal de contas, a vida não é a cena de um filme romântico. Mas, então, em uma manhã de dezembro fria e com neve, o ônibus de dois andares em que voltava para casa para em um ponto. Ao olhar para baixo, ela o vê. Por um segundo transcendental, seus olhos se encontram... e então o ônibus começa a andar. Depois de muitos meses com a esperança de cruzar novamente com ele, Laurie acha que nunca mais verá o garoto do ônibus.
No entanto, um ano depois, em uma festa de Natal, sua melhor amiga, Sarah, apresenta o novo namorado, o grande amor de sua vida. Para seu profundo desespero e surpresa, ele é ninguém menos que o garoto do ônibus. Determinada a esquecê-lo, Laurie segue com sua vida. Mas e se o destino tiver outros planos?


Eu recebi Um dia em dezembro na última caixinha do V.I.B que o Grupo Editorial Record me enviou, e esse não poderia ser um mês melhor para postar a resenha. ♥ Eu resolvi não ler a sinopse dessa obra e me surpreendi bastante. Essa é uma daquelas histórias que você pensa que nada poderia ficar pior, até que fica. Entre momentos de frustração e ansiedade você consegue se envolver nessa história fofa, um pouco louca e que aquece o coração. O melhor de tudo é que a ambientação tem esse clima Natalino e muita neve, lembrando muitos aqueles filmes de sessão da tarde.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

[Resenha] Stalker

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Autora: Tarryn Fisher
Páginas: 288
Editora: Faro Editorial
Deprimida após sofrer um aborto espontâneo, Fig Coxbury passa seu tempo em praças observando as crianças que poderiam ser a sua filha. Até que uma menininha brincando com a mãe desperta uma obsessão. Logo, Fig se vê mudando de casa e de bairro não por necessidade, mas porque a casa vizinha oferece tudo o que ela mais deseja: a filha, o marido e a vida que pertence a outra pessoa.








Stalker é mais um livro da autora Tarryn Fisher que me pega de jeito, e dessa vez ela nos trouxe um thriller psicológico narrado por três pontos de vistas que nos mostra que nem tudo é o que parece. Eu recebi esse livro na caixinha da TAG Inéditos, e ele foi lançado mês passado pela Faro Editorial (que está com uma capa muito bonita!), então quem não assina a TAG já pode conferir a obra. Eu iniciei essa leitura já esperando gostar, e não me decepcionei nem um pouco. A trama ser narrada por três personagens consegue deixar a leitura ainda mais envolvente, porque conseguimos entender melhor os defeitos de cada um.

domingo, 9 de dezembro de 2018

[Resenha] Vingança

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Autora: Catherine Doyle
Páginas: 288
Editora: Agir now
Série: Sangue por sangue, 1
Para Sophie, aquele seria só mais um verão lento e abafado em Cedar Hill, fazendo um bico como garçonete no restaurante da família e passando o tempo com sua melhor amiga, Millie. Mas isso foi só até uma família se mudar para o casarão abandonado no fim da rua — cinco irmãos italianos, um mais gato que o anterior. Sem conseguir resistir aos olhos cor de caramelo de Nicoli, Sophie acaba se apaixonando — e propositalmente ignorando os sinais de perigo que envolvem os misteriosos irmãos. Por que as mãos de Nic estão sempre tão machucadas? Por que ele sempre carrega consigo um canivete monogramado? E por que seu irmão mais velho, o arrogante e irritante Luca, quer proibir os dois de ficarem juntos? Quando os segredos sombrios dos rapazes começam a vir à tona, Sophie precisa enfrentar dolorosas verdades em relação à própria família. De repente, ela se vê no meio de uma vendeta entre duas dinastias rivais: a família em que nasceu e a pela qual se apaixonou. Sophie vai precisar escolher entre lealdade e paixão, e, quando o fizer, sangue vai rolar e corações serão partidos, porque, quando se trata de amor, a desonra pode ser uma questão de vida ou morte. Uma mistura ideal de ação, reviravoltas e romance, Vendeta é uma estreia épica que mistura Romeu e Julieta e O poderoso chefão na Chicago dos dias atuais.

Vingança é o primeiro livro da trilogia Sangue por sangue, da autora Catherine Doyle. Eu consegui esse livro em uma troca do Skoob há alguns meses, mas quando eu resolvi ler já não me lembrava de absolutamente nada do enredo. E, resolvi deixar assim, o que no fim se mostrou uma experiência bem diferente. Como eu iniciei a leitura totalmente no escuro, ela não conseguiu fazer muito sentido para mim nas primeiras páginas. Eu não conseguia entender se era uma história sobrenatural ou o quê. E, no fim acabei me surpreendendo bastante quando enfim entendi onde tudo ia chegar. A obra é realmente uma mistura de Romeu e Julieta e O poderoso chefão, o que se mostrou algo envolvente e me deixou tensa na maior parte da narrativa.